Sede no Automóvel Clube de Nova era
COMUNIDADE TERAPÊUTICA COLÔNIA VALE DO TOCO
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quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
Doações
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
Visita à COTEVATO
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
Agora ela é assim:
terça-feira, 1 de novembro de 2011
REATIVAÇÃO DO BLOG
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Bebida alcoólica com antibiótico: pode?
Afinal, como ocorre a interação entre bebidas alcoólicas e remédios?
Ao ser ingerido, todo antibiótico deve viajar pela corrente sanguínea até o seu local de ação. Após este trajeto e com o passar do tempo, o efeito da droga diminui na medida em que ela vai sendo metabolizada por enzimas e eliminada do organismo.
De modo semelhante, o álcool também é transportado pela corrente sanguínea, agindo sobre o cérebro e causando intoxicação, até ser finalmente metabolizado e eliminado do corpo - uma tarefa que cabe especialmente ao fígado.
O álcool pode influenciar a eficácia de um remédio ao alterar sua disponibilidade. As interações mais típicas incluem:
Primeiro, uma dose aguda de álcool pode inibir o processamento do antimicrobiano, competindo pelas mesmas enzimas metabolizantes. Esta interação prolonga e intensifica e disponibilidade da droga, aumentando o risco de efeitos colaterais.
Segundo, a ingestão crônica ou prolongada de álcool pode aumentar a atividade enzimática, diminuindo a disponibilidade e os efeitos do medicamento. Uma vez ativadas, estas enzimas podem permanecer em ação mesmo durante a abstinência de álcool, afetando o metabolismo de certos remédios por várias semanas.
Ao parar de beber, uma pessoa que possui o hábito de consumir bebidas alcoólicas de modo intenso e crônico pode necessitar de doses maiores de medicamentos para obter os mesmos efeitos terapêuticos observados em pessoas que não bebem.
As enzimas ativadas pelo consumo crônico de álcool transformam alguns medicamentos em substâncias químicas tóxicas que podem danificar o fígado e outros órgãos.
O álcool pode intensificar o efeito de sedativos e narcóticos sobre o cérebro, alterando o potencial de intoxicação desses remédios.
O álcool pode exercer uma carga extra de trabalho sobre o fígado e o sistema imunológico, além de prejudicar sua capacidade de julgamento, liberando tendências agressivas e reduzindo os níveis de energia do organismo.
Devido ao risco de reações potencialmente fatais, algumas classes de antibióticos devem realmente ser evitadas quando se está ingerindo bebidas alcoólicas, tais como Metronidazol, Tinidazol, Furazolidona, Griseofulvina, Antimaláricos (Quinacrina) e Sulfametoxazol.
Nos demais casos, em respeito ao livre arbítrio e à manutenção das centenas de empregos diretos e indiretos gerados pelos serviços funerários, ofereço as informações acima e permito que o paciente faça sua escolha.
A maioria deles termina não arriscando. Afinal, fim de ano tem todo ano. Saúde, meu amigo, minha amiga, nem todo ano tem.
Veja a materia completa em:( http://br.noticias.yahoo.com/s/07012010/48/saude-bebida-alcoolica-antibiotico.html )
| *Dr. Alessandro Loiola é médico, escritor e palestrante. Autor de, entre outros livros, "Para Além da Juventude - Guia para uma Maturidade Saudável" (Editora Leitura). Fale com ele pelo e-mail aloiola@brpress.net |
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
"VIVER SOBRIO" o livro.

Verdadeiro “Manual de Sobrevivência” para alcoólicos e alcoólicas, particularmente nas fases iniciais de sua recuperação, este livro apresenta “alguns métodos usados por membros de A.A. para não beber”. Esta dividido em 31 capítulos curtos e objetivos, tratando das mais variadas situações de vida diante das quais a reação habitual de qualquer alcoólico seria voltar ao copo. E sugere alternativas para que isso não aconteça, desde que a pessoa assim o deseje. (119 páginas).
Os Doze Passos e as Doze tradições
Este livro expõe “uma visão clara dos princípios através dos quais os membros de A.A. se recuperam e pelos quais funciona sua Irmandade”: Os “Doze Passos” – um conjunto de princípios espirituais em sua natureza que, se forem praticados como um modo de vida, “podem expulsar a obsessão pela bebida e permitir que o sofredor se torne íntegro, feliz e útil”; e as “Doze Tradições”, que delineiam “os meios pelos quais A.A. mantém sua unidade e se relaciona com o mundo exterior, sua forma de viver e desenvolver-se”. (174 páginas).
"Conte sempre com o apoio do A.A. de sua comunidade"
domingo, 23 de agosto de 2009
FAÇA SUA PARTE
No entanto, é necessário ressaltarmos que aqui mesmo, em nossa cidade, existem várias entidades que precisam da ajuda de cada um nos para poder sobreviver e crescer.
Devemos nos lembrar todos os dias que o alcoolismo e a dependência química são doenças e são tratáveis. Quem de nós não conhece um amigo, um vizinho, ou ainda, um parente bem próximo, que possa estar precisando de um apoio. Precisando de tratamento!
Visitando o site "Guia Clínicas de Recuperação" achei um texto muito interessante e gostaria de compartilhar com vocês:
"...O organismo vai se adaptando à presença da droga. Vai havendo modificações no cérebro. Quando o individuo fica sem a droga, passa a se sentir muito mal, desconfortável, irritado, deprimido, ansioso. O dependente acha que o único alívio possível é a continuidade do consumo. Conforme a dependência vai se instalando, a pessoa passa a abrir mão de coisas que antes eram muito importantes para ela. É o momento em que aparecem as brigas e discussões com a família, a piora no desempenho escolar, a venda de objetos para comprar drogas. A partir desse ponto, o indivíduo não consegue mais ficar sem usar drogas. Não há mais opção:o indivíduo não escolhe se vai usar drogas ou não. A doença lhe tirou essa liberdade. QUALQUER DOENÇA PSÍQUICA CONSISTE ACIMA DE TUDO NA PERDA DA LIBERDADE DE ESCOLHA. Portanto, a dependência não é uma opção. É uma condição patológica (uma doença) que tira a liberdade do indivíduo de optar!"
Faça sua parte! Se quiser fazer uma doação mensal, entre em contato com nossa sede, no automóvel clube, se não, faça uma doação esporádica. O importante é ajudar, principalmente os que estão próximos de nós!

